Algumas fotos do Centro Cultural da Justiça Federal e suas exposições.
As fotos foram de um passeio que ocorreu no dia 11/Set/2016, onde registramos algumas exposições como Janela do Fabiano, Ana Póvoas – A Casa do Ser, Frágil Existência, Festival de Esculturas do Rio – 2ª Edição.
Provavelmente, algumas destas exposições já tenham se encerrado. Consulte o website do Centro Cultural para ver quais estão em cartaz.
Centro Cultural da Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Terça a domingo, das 12h às 19h
www10.trf2.jus.br/ccjf/
Janela do Fabiano (fotografias)
A mostra é uma expressão do lúdico que ocupa o quarto do artista Fabiano Cafure. A janela, que a princípio é uma tela para se desenhar com a luz, acaba não se limitando à sua moldura de madeira de uma casa com mais de 115 anos. O íntimo se faz presente na relação que Cafure cria e na arte que desenvolve com cada um que ali resolve se libertar. Presente também está o desejo de cada um de poder externar de forma artística a sua personalidade ou o que estaria escondido dela. O corpo e a entrega são instrumentos necessários para que o trabalho aconteça. É na janela que o poder catalizador de existir sem pudores toma conta e permite a criação de imagens tão belas.
Ana Póvoas – A Casa do Ser (fotografias)
Capturadas por Ana Póvoas entre 2007 e 2014, em visitas a pequenos povoados de Goiás, as imagens que compõem a mostra refletem um universo rural rico em sua simplicidade, trazendo à luz o Brasil invisível e expondo sua essência íntima e concreta. Os interiores das casas são retratados a partir de uma poética de espaço, destacando objetos biográficos que remetem a memórias, lembranças, sonhos e devaneios.
Frágil Existência (artes plásticas)
A cidade é um objeto caro aos arquitetos, e ao arquiteto-artista Lucio Volpini interessa a dinâmica dos indivíduos nas grandes cidades, que também lhe serve de inspiração. Sua obra, nos últimos seis anos, está comprometida em essência com a observação contumaz que o artista faz da presença e da movimentação de diferentes agentes sociais pelos espaços comuns. As experiências de Sandra Macedo como antropóloga junto ao movimento feminista constituem o grande depósito que nutre sua produção artística. Mais que a histórica desvalorização da mulher, interessa à artista o esforço de reação empreendido pelas mulheres nas diversas situações de confinamento emocional e restrição social, como na dor vivenciada pelas mães de jovens assassinados nas comunidades.
A reunião de suas produções encontra sentido no olhar crítico com o qual os artistas se debruçam sobre circunstâncias em que a dignidade humana foi de algum modo sequestrada, deixando exposta uma certa fragilidade que é inerente à existência.
Festival de Esculturas do Rio – 2ª edição (artes plásticas)
Em sua 2ª edição, a exposição Festival de Esculturas do Rio, apresentada no Centro Cultural da Justiça Federal, traz para o visitante os trabalhos de 30 artistas de diferentes procedências, do país e do mundo.
A exposição se integra à Mostra Rio de Esculturas Monumentais, que também em sua segunda edição, ocupa a Praça Paris.


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