A Carta de Pero Vaz de Caminha
A carta que o escrivão Pero Vaz de Caminha escreveu ao rei d. Manuel é considerada o primeiro documento da nossa história, e também como o primeiro texto literário do Brasil.
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Mistérios, fatos inusitados e descobertas surpreendentes
A carta que o escrivão Pero Vaz de Caminha escreveu ao rei d. Manuel é considerada o primeiro documento da nossa história, e também como o primeiro texto literário do Brasil.
Veja mais...Existe uma escultura de uma Gato Maracajá sobre a Pedra dos Amores que fica na praia do Bananal, na Ilha do Governador (cidade do Rio de Janeiro). Essa escultura, da década de 1920, é fruto de famosa lenda e se tornou um símbolo daquele bairro.
Veja mais...Quadro existente na sacristia da Igreja de Nossa Senhora da Gloria do Outeiro, no bairro da Glória.
Veja mais...Se encontra já quase finalizado o maior mural ao ar livre do mundo, que esta sendo feito pelo artista brasileiro de Street Art, Eduardo Kobra.
Veja mais...Cansados de esperar por mais de 20 anos, moradores constroem uma ponte com um custo total de R$5 Mil cuja qual, se fosse construída pelo Poder Público (Prefeitura), custaria R$270 Mil.
Veja mais...O belo relógio de quatro faces sobre suporte cilíndrico em granito esculpido integra-se ao corpo da balaustrada que delimitava a antiga localização da praia da Glória. Foi construído sob a administração do prefeito Pereira Passos em 1905 como parte dos melhoramentos urbanos no bairro, que incluíam iluminação pública e tratamento de esgotos.
Veja mais...Estação da Estrada de Ferro Central do Brasil, num postal de 1904, onde se observam os bondes puxados a burro que começaram a transitar pela cidade em 1868.
Veja mais...Erguida no ano de 1908, a Estação Central da Companhia Cantareira e Viação Fluminense foi um marco fundamental para a infraestrutura e a integração do Estado do Rio de Janeiro.
Veja mais...Álbum dedicado a estampar imagens curiosas e fatos históricos ocorridos na Cidade do Rio de Janeiro.
Veja mais...A história de Japeri começa no dia 13 de agosto de 1743, data de sua fundação, por Inácio Dias da Câmara Leme, denominado Morgado de Belém. A partir de 1750, as terras passaram a pertencer à Freguesia de Sacra Família de Tinguá, pois até então pertenciam à Freguesia de Paty do Alferes.
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