No dia 13 de junho de 2026, em um sábado pela manhã, meu irmão me enviou, via WhatsApp, a foto desta pequena relíquia que permanecia guardada em nossa antiga casa de família, hoje sua residência. Tratava-se de um rádio portátil Philco Ford, da década de 1970, que pertenceu à nossa mãe, Rosita.
Mais do que um simples aparelho, ele foi companheiro de incontáveis manhãs, levando notícias, músicas e companhia ao nosso lar. Era quase um ritual: preparar o café e ligar o rádio para começar o dia.
Ver essa foto foi como abrir uma janela para o passado e reencontrar um pedacinho da nossa história.
Alguns objetos atravessam o tempo não pelo valor material que possuem, mas pelas memórias, pelos sentimentos e pelas pessoas que nos ajudam a recordar.
Obrigado, meu irmão, por me proporcionar essa magnífica lembrança e por preservar um objeto de tamanho valor afetivo para nossa família.
Para minha alegria, esse rádio continua em perfeito funcionamento, permanecendo como uma verdadeira relíquia de nossa história familiar.